O presidente americano, Barack Obama, quer organizar uma rede internacional contra o extremismo violento, durante reunião que terá esta semana com representantes governamentais e especialistas em Washington, informou a Casa Branca nesta segunda-feira (16).

“Queremos organizar uma rede ampla para combater o extremismo violento”, explicou um alto funcionário da administração Obama. “Queremos agir”, acrescentou sob a condição de ter sua identidade preservada.

Depois dos atentados de Paris, que deixaram 17 mortos, o de Copenhague, que deixou dois mortos, e a recente decapitação de 21 coptas egípcios pelas mãos da organização Estado Islâmico (EI) na Líbia, o governo americano se reunirá de terça a quinta-feira com homens de negócios, especialistas, representantes governamentais, da União Europeia e o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, para discutir os passos a seguir.

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Segundo funcionários americanos, as iniciativas apresentadas serão concentradas na forma de deter a radicalização, o recrutamento e a incitação da violência.

“Escutaremos o setor privado, as cidades do mundo, as ONGs e todos aqueles que puderem contribuir para dar uma solução”, disse outro funcionário americano.

Está previsto que Obama fale no âmbito desta reunião entre quarta e quinta-feira.

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