Os preços dos alimentos e das bebidas não alcoólicas subiram 102,2%, em 2014, segundo dados divulgados hoje (16) pelo Banco Central da Venezuela (BCV), incluídos no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Segundo o BCV, entre janeiro e dezembro de 2014, a inflação acumulada foi 68,5%, índice superior aos 56% de 2013.Os preços das bebidas alcoólicas e tabaco subiram 90,8% e os dos restaurantes e hotéis, 81,4%. Nos setores de educação e transporte foram registradas inflações de 60,8% e 59,7%, respectivamente.

Várias regiões do país apresentaram valores inflacionários superiores à média nacional, com Valência destacando-se como a cidade mais cara do país (78,6%), seguida de Barquisimeto e Maturín, ambas com 72,4%, San Cristobal e Cidade Guayana com 71,6% e 71,1%, respectivamente.

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De acordo com o BCV, as cidades de Caracas e Barcelona registraram inflação de 64,7% e 62,2% respectivamente.

Os venezuelanos queixam-se frequentemente dos preços elevados e de dificuldades para conseguir alguns produtos básicos como leite, óleo, café, açúcar e margarina, entre outros.

Na Venezuela, um café custa 45 bolívares (6,32 euros), uma maçã está em torno de 40 bolívares (5,61 euros), um quilograma de queijo ou de fiambre (presunto cozido) custa 490 bolívares (68,82 euros) e uma sopa ronda os 160 bolívares (22,40 euros).

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