Delegado João Borges - Foto: Reprodução
O Delegado  Dr. João Borges Filho – Foto: Reprodução

Quase uma semana após ocorrer o homicídio do idoso Leonardo da Silva, 60 anos, em Alto Taquari, o caso continua a ser investigado pela Polícia Civil da cidade. Até o momento, a principal hipótese é que tenha ocorrido latrocínio [roubo seguido de morte].

Conforme informações do delegado Dr. João Borges Filho, a vítima levava uma vida promíscua e tinha a casa frequentada por usuários de drogas. No dia do crime, segundo informações recebida pela polícia, a vítima estava com uma quantia de R$ 500 em casa que seria usada para pagar o documento de uma motocicleta. Porém, a informação ainda não foi confirmada.

Quanto ao número de suspeitos envolvidos no crime, o delegado disse que ainda não pode confirmar. “Pode ter sido mais de um autor,” relatou.

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De acordo com o delegado, todas as testemunhas já foram ouvidas e está sendo aguardado o laudo da Perícia Técnica (Politec) para ajudar nas investigações. Ele ainda relatou que quase não há testemunhas sobre o caso. “Peço a população para colaborar com o caso, que façam denúncia anônima, será respeitado o anonimato, talvez apareça uma nova linha de investigação,” finalizou.

O crime

O idoso, 60 anos, foi encontrado morto na casa onde morava, no bairro 13 pontos, em Alto Taquari, na última quarta-feira (18). Na ocasião, uma mulher que trabalhava na fazenda Ipiranga com a vítima estranhou a falta do idoso no serviço e foi até a residência dele. Ao chegar ao local encontrou a porta da casa arrombada e ao entrar na sala, achou o idoso caído na sala com o corte no pescoço.

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