Vitor Belfort preferiu esperar a recuperação do lesionado Cris Weidman, campeão do peso-médio do UFC, a disputar o cinturão interino da categoria, conforme o Ultimate lhe oferecera. A atitude do “Fenômeno”, que optou por não enfrentar Lyoto Machida, nome sugerido pela companhia, não o preocupa.

Em entrevista à imprensa americana, o brasileiro mostrou-se sereno quanto à negativa por já ter ajudado a salvar alguns cards outras vezes.

– Isso mostra que defendo meus direitos. Esse é meu tipo de lutador, agrado ao Dana com minhas atitudes. Eu sempre vou para cima. Salvei muitos eventos. Faço isso há muito tempo – disse o carioca, que, no UFC 152,  foi o único a aceitar encarar Jon Jones, campeão dos meio-pesados, quando a organização encontrava dificuldades para encontrar um nome que topasse desafiar o americano.

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Inicialmente escalado para desafiar Weidman no UFC 184, evento que aconteceu dia 28 de fevereiro, Vitor escolheu aguardar, e o duelo foi remarcado para a edição 187, prevista para 23 de maio, em Las Vegas, nos Estados Unidos.

– Eu enxergo pelas lentes da verdade. Quando alguma coisa dá errado, não sou quem decide. Não é minha culpa se a luta foi cancelada. Não foi por que eu me lesionei, Weidman se machucou. As pessoas pensam: “O Vitor vai dar conta do recado”. Entretanto, meu técnico falou: “Não, vamos esperar”. Lidamos com negócios, não é nada pessoal – declarou Belfort, emendando.

– A lesão não era grande o suficiente, por isso meus técnicos, com o meu escritório, acharam melhor esperar pelo Chris. Estava há um ano esperando, é uma luta que os fãs desejam assistir. O card do evento está incrível.

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