Um estudo publicado na edição de março do ‘Journal of Health and Social Behavoir’, comprovou que um casamento pode chegar ao fim, especialmente quando a esposa fica gravemente doente. A análise comprovou que o divórcio nesses casos são 6% maior. Diferentemente, de quando o marido fica doente, o risco de separação é o mesmo de quando não há ninguém doente.

Segundo o estudo conduzido pela socióloga Amelia Karraker, da Universidade Estadual de Iowa, aquela promessa feita antes do casamento “Na saúde e na doença…” não é bem assim.

Dos 2.701 casamentos incluídos na análise, com duração de quase 20 anos e onde um dos conjugues tivesse menos 51 anos foi constatado que um terço dos matrimônios terminaram em divórcio. Sendo que quase metade das separações ocorreram quando a esposa estava enferma, aponta o estudo.

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De acordo as informações da agência de notícias AFP (Agence France-Presse), a doença afeta o casal, principalmente por motivos financeiros e resulta no divórcio.

Porém, o estudo levou em conta a ‘vulnerabilidade das pessoas que ficam doentes’, mas não apontou quem divorciou por mais vezes se foi homem ou a mulher.

O cuidado

Segundo a socióloga, Amelia Karraker, quando a mulher fica doente, o tratamento e o cuidado recebido pelos maridos, podem ser cruciais. Assim, as mulheres ficariam insatisfeitas com a atenção que recebem. A pesquisadora cita, em especial, os homens mais velhos, que não seriam tão educados com as esposas para preservar o casamento.

Segundo a AFP, a socióloga Amelia Karraker teria se interessado pela questão após dois casos muitos conhecidos, referentes aos ex-parlamentares nos Estados Unidos, que divorciaram das esposas assim que estas se encontravam enfermas.

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* Com informações de AFP (Agence France-Presse).

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