Moradores do Distrito de Selma - Foto: Ronaldo Teixeira / AGORA MT
Moradores do Distrito de Selma – Foto: Ronaldo Teixeira / AGORA MT

Abandono. É esta a sensação dos moradores do distrito de Selma diante dos problemas enfrentados pela comunidade, principalmente no setor de infraestrutura.

Marcela França presidente da associação - Foto: Ronaldo Teixeira / AGORA MT
Marcela França presidente da associação – Foto: Ronaldo Teixeira / AGORA MT

De acordo com a presidente da Associação de Moradores e Pequenos Produtores do Distrito de Selma, Marcela França (foto ao lado), Selma é o único distrito de Jaciara, mesmo assim é esquecido pelo Poder Público.

“Só somos lembrados apenas na época das eleições, depois disso nem os vereadores e nem ninguém da Prefeitura aparecem no distrito. Estamos pedindo socorro”, disse ela.

Conforme Marcela, o distrito precisa urgentemente de reparos nas estradas, que estão em péssimas condições e de uma manutenção na distribuição de água, já que falta e atrapalha na produção dos hortifrutigranjeiros. Além disso, os moradores pedem a liberação de casas populares e clamam pelo término da construção de uma escola, que tinha previsão para o ano passado, mas que até agora, a obra não passou do alicerce.

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OUTRO LADO

Ademir Gaspar de LimaEm entrevista ao Site AGORA MT, o prefeito municipal de Jaciara, Ademir Gaspar de Lima (PT), afirmou que as estradas estão em boas condições. “Ali é uma uma rodovia estadual, é obrigação do Estado arrumar, mesmo assim o município faz seu papel, apenas um trecho está ruim devido uma erosão que se formou com a chuva, mas já mandamos providenciar o reparo”, afirmou o prefeito.

Quanto a falta de água, Ademir explica que o sistema de capitação foi feito para o uso urbano, mas muitos utilizam da mesma rede para regar as hortas. A ideia é capitalizar o sistema de abastecimento do distrito, e assim investir o dinheiro recolhido na ampliação do sistema.

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Sobre a liberação das casas populares o gestor disse que há muitos anos existem alguns acampados em um terreno que é da Prefeitura.

“Estão ali para ser assentados em terras da União, porém nós decidimos doar a área, para que seja construída casas populares naquele local e assim tirar aquelas pessoas de baixo da lona, dando um conforto a mais para suas famílias. Ainda está em fase burocrática, mas creio que logo devem ser liberadas”, estimou.

Em relação a obra da escola que está parada, o prefeito argumentou que esta obra é do Estado, com parceria com o Governo Federal, e que não cabe fiscalização por parte do Paço Municipal.

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