A expectativa é de um aumento ainda maior na inflação para o fechamento de 2015. Os preços administrados, que são aqueles regulados pelo governo, como os da gasolina e da energia subirão 12%. Antes, a estimativa era 11,18%. Os investidores e analistas do mercado financeiro voltaram a elevar a perspectiva.

Segundo o boletim Focus, pesquisa feita com instituições financeiras divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) encerrará o ano em 7,93%, e não mais em 7,77% como na previsão da semana anterior.

PIB

Os dados preveem uma retração de 0,78% contra 0,66% (previsto anteriormente) na economia brasileira, ou seja, uma retração no Produto Interno Bruto (PIB), a soma dos bens e serviços produzidos por um país.

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Para a produção industrial, é esperada queda de 2,19%, e não mais o recuo de 1,38% estimado antes. No caso do câmbio, a projeção é que o dólar encerre o ano em R$ 3,06, nível superior à previsão anterior de R$ 2,95.

Na sexta-feira (13), a moeda norte-americana terminou o dia cotada a R$ 3,24, o maior valor desde 2 de abril de 2003.

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