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Servidores tentam reabrir negociações com o executivo – Foto: Assessoria

Os servidores da Educação do município de Pedra Preta (30 km de Rondonópolis) continuam em greve nesta quarta-feira (25) e sem previsão de retorno às atividades. Na última segunda-feira (23) foi realizada uma assembleia entre a categoria e a Prefeitura realizada no prédio da Universidade Aberta do Brasil (UAB), porém não houve acordo.

Desde o dia 05 de março, funcionários aderiram à paralisação para reivindicar reajuste salarial compatível com o piso nacional de R$ 1.917, a aprovação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) com as demandas da categoria, jornada única de 30h de trabalho, melhorias na infraestrutura das escolas, entre outras.

De acordo com a presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público do Mato Grosso, Altiva de Souza Rocha, tais reivindicações já vêm sendo feitas desde 2013 ao executivo, porém a prefeita Mariledi Araújo (PDT) havia pedido um prazo para montar uma comissão para estudar a proposta do novo PCCS e para realizar melhorias nas condições de trabalho.

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“Ela firmou um compromisso com a categoria, ela nomeou uma comissão em 2013 que emitiu um relatório aprovando o novo PCCS, mas ela fez mudanças, principalmente com relação a carreira, circunstanciais e prejudiciais ao servidor,” relatou a presidente.

Ainda segundo informações da presidente, a greve continua devido a radicalização da gestão em não abrir novas negociações. “Nós estamos discutindo para ver se consegue reverter essa situação com a secretária de Educação [Arlete Silva dos Santos] e com a prefeita, mas elas não aceitam discutir com a categoria”.

Com a greve cerca de mil alunos estão sem aulas em quatro escolas municipais de Pedra Preta.

Fim da greve

De acordo com a presidente do Sintep-MT em Pedra Preta, a greve só encerra com a abertura das negociações e com o depósito de parte do salário, já que segundo Altiva de Souza Rocha, a Prefeitura cortou o ponto dos servidores do dia 05 de março até a última sexta-feira (20).

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