A greve dos caminhoneiros pegou de surpresa muitos setores do agronegócio brasileiro. Em Mato Grosso a bovinocultura foi uma das cadeias prejudicadas, no que diz respeito ao abate.

Em alguns frigoríficos do estado, mais de 14% das cabeças de gado deixaram de ser abatidas considerando a capacidade real de abate antes da paralisação. A região que teve maior redução foi a centro-sul, com 29,41% de decréscimo, seguida da sudeste, com diminuição de 16,67%. As informações de conforme dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

Estas regiões foram as mais afetadas devido à maior demanda por animais e por estarem localizadas no foco das paralisações. Isso trouxe prejuízos para toda a cadeia, até mesmo com a dificuldade de preenchimento da escala de abate após a liberação das pistas, o que evidencia a necessidade de uma maior diversificação dos meios de escoamento da produção do Estado.

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