A greve dos caminhoneiros na luta pelos direitos da categoria trouxe alguns reflexos para a economia de Mato Grosso. Em Rondonópolis alguns comerciantes sentiram o efeito no bolso, como é o caso do Roberto Carlos, nas barracas de frutas que comercializa há 8 anos faltou uvas e os estoques de outros alimentos que são abastecidos duas vezes por semana não chegou até o destino.

Hoje, cerca de 60% a 70% das frutas e legumes consumidos em Mato Grosso vem de Estados como São Paulo, Goiás e Rio Grande do Sul, unidades federativas estas que também aderiram ao manifesto.

As uvas da barraca do Roberto vêm do Rio Grande do Sul. Já o abacaxi de Minas Gerais. Com a falta de abastecimento ele ficou sem as frutas tamanhos médio e pequeno, mantendo apenas os tamanhos grandes no estoque.

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Já na barraca do Divino Rodrigues não faltou estoques. Ele vende legumes e o fornecedor trás os alimentos de Cuiabá. Como a entrega é feita por um veículo caminhonete, considerado carro de porte pequeno, não houve problema em passar pela barreira, pois os caminhoneiros estavam abrindo passassem para veículos de passeio.

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