É fato que com o passar dos anos a memória fica defasada. E a resposta é fisiológica. “Principalmente após os 60 anos, os neurônios tendem a diminuir e alguns déficits de memória acabam sendo naturais, mas o importante é antes dessa idade chegar exercitar a mente e criar conexões cerebrais ao máximo, já que nem medicamentos surtem o mesmo efeito de um cérebro ativo e bem trabalhado durante toda a vida”, explica a médica geriatra Elaine Biffi, de São Paulo.

1. Aprender
O cérebro se acostuma com as atividades rotineiras e quando ele se depara com novas informações e precisa processá-las é sinal de que ele está sendo trabalhado. Um curso temporário, uma segunda graduação, uma leitura diferente ou aprender a tocar um instrumento diferente ou mexer com informática. A ideia aqui é manter as sinapses em ação.

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2. Desafiar a mente
Pode parecer maluco, mas fazer contas de cabeça pode estimular as conexões neurais.

3. Sono
Até aquela meia hora de sono depois do almoço já ajuda a melhorar a capacidade de armazenamento cerebral, além de favorecer a criatividade para o restante do dia. Isso sem falar nas 8 horas essenciais todas as noites que servem para consolidar o aprendizado do dia.

4. Cultivar o ócio
Até para ser mais inteligente é preciso ficar sem fazer nada. O ócio e os momentos prazerosos são essenciais para abaixar os níveis de cortisol que estão aumentados em momentos de estresse e prejudicam a fixação da memória.

5. Alimentação
Os ricos em ômega 3 estão entre os principais responsáveis por ativar as áreas cerebrais responsáveis pela memória e não é tão difícil inseri-los na dieta: morangos, salmão, quinoa, linhaça, chia e tomate já garantem o benefício.

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