O deputado Gilmar Fabris (PSD) parece que começou sua nova legislatura com uma vontade extraordinária de mudar a “visão’ da opinião pública a seu respeito.

No 1º grande esforço de mudança teve uma atitude de um homem que merece ser representante de qualquer cidadão, em qualquer país do mundo, quando ao assumir a vaga de deputado, herdada após a morte do eleito Walter Rabello, assumiu o compromisso de doar todo o seu salário enquanto estiver deputado a família de Rabello.

Já no episódio da explosão e incêndio, ocorrido durante a reforma de seu gabinete, outra atitude de extrema humanidade, procurou a família dos operários atingidos pela tragédia e prestou todo o apoio.

Agora de forma surpreendente Fabris, propõe a CPI da mídia, que se aprovada, irá apurar os gastos da Assembleia Legislativa (AL) com os órgãos de comunicação de Mato Grosso. A nova direção da AL quer economizar 30% dos seus gastos com a imprensa, mas, alguns veículos acostumados a viver única e exclusivamente das verbas de propaganda oficiais já tem se voltado contra a medida e atacado a nova mesa diretora da casa.

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Na queda de braço instalada seria muito bom para o povo de Mato Grosso que o vencedor fosse o erário público e não a “Máfia da Mídia”, como classificou algumas empresas de comunicação, o presidente da Assembleia, Guilherme Maluf (PSDB).

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