Após vários pedidos de parlamentares e a formalização de uma indicação, a de número 16, de 18 de março de 2015, feita pelo vereador Roni Magnani (PP), a Companhia de Desenvolvimento de Rondonópolis – Coder realizou a limpeza, no início desta semana, da área do antigo Centro Social Urbano – CSU, na região do Jardim Sumaré, na Vila Operária, que estava tomado pelo mato. Magnani, que acompanhou o serviço, afirma que segue a luta para que o Governo do Estado, que é dono da área, destine recursos para a criação de uma estrutura que venha a beneficiar socialmente a população no local.

Magnani relatou que é necessária a união de várias forças políticas para que o local, que ainda abriga algumas ruínas do prédio onde vários jovens rondonopolitanos faziam contraturno escolar no passado, seja aproveitado de maneira a contribuir para a capacitação profissional ou mesmo o reforço escolar. Roni diz que existem parcerias que podem ser buscadas e lembra que por falta de vontade política já se perdeu a oportunidade de se ter uma boa destinação para o terreno.

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“Eu que vivi parte da minha vida naquele local, sei o quanto uma opção destas pode auxiliar na formação de caráter de um jovem. Já perdemos a construção de um Centro Tecnológico da Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso, a Fiemt, que buscava um terreno para instalar a estrutura em Rondonópolis, mas ninguém se mexeu e perdemos o investimento para Cuiabá. Tem de haver uma união entre parlamentares, prefeitura e o próprio Estado nesta causa”, disse Roni.

Construído nos anos 80, o CSU possuía uma estrutura de lazer, poliesportiva, jogos de salão e cursos de capacitação para ingressar jovens que nunca tiveram um emprego no mercado de trabalho. “Há uma maneira bem mais simples de tirar nossos jovens das drogas das que atualmente são feitas: impedir que ele entre neste mundo. Conclamo a classe política para conseguir viabilizar um centro de formação para o CSU que eu tenho certeza que estaremos salvando vidas, além do que não há dúvidas que é muito mais barato para os cofres públicos investir para manter gente estudando do que perder este cidadão para o crime e depois custeá-lo na cadeia”, analisou.

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