Stephen Ross, dono do Miami Dolphins, time de futebol americano que joga na Conferência Americana da NFL, estaria interessado em assumir o controle acionário da Fórmula 1, por meio de uma parceria com investidores do Catar. O negócio, estimado entre US$ 7 e 8 bilhões (entre R$ 21 e 24 bilhões), foi revelado por uma reportagem desta terça-feira do jornal “Financial Times”.

Por meio da empresa RSE Ventures, Ross, de 75 anos, estaria disposto a comprar a parcela de 35,5% das ações que atualmente pertence ao grupo de investidores CVC. Por meio de uma parceria com a Qatar Sports, que detém o clube francês de futebol Paris Saint-Germain, o dono do Miami Dolphins daria início a uma forte estratégia de expansão da Fórmula 1 no mercado norte-americano.

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De acordo com o jornal, o britânico Bernie Ecclestone, que atualmente preside a FOM, empresa detentora dos direitos comerciais da categoria, estaria envolvido na negociação. Dono de 5% das ações, o dirigente também abriria mão de sua participação, o que daria a Ross mais de 40% das ações da F-1. “Minha participação será vendida junto”, disse Bernie à publicação.

Mesmo se desfazendo de sua porcentagem, Bernie continuaria envolvido com o dia a dia da categoria. Segundo uma fonte ouvida pelo “Financial Times”, a missão do “chefão” da Fórmula 1 seria atuar na expansão da Fórmula 1 nos mercados norte-americano e chinês. A CVC não comentou o assunto, mas a RSE disse à reportagem que deve formalizar uma oferta nas próximas semanas.

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