Moradores do Monte Líbano e regiões circunvizinhas passaram a ter nesta semana um novo trecho para ir e voltar do centro da cidade com a extensão da pavimentação asfáltica das ruas 13 de Maio e Otávio Pitaluga até o bairro José Sobrinho. Consideradas vias arteriais para o trânsito da cidade, as ruas integram agora, ao lado da Rio Branco, o novo traçado norte, dentro da mobilidade urbana de Rondonópolis, que levará os condutores aos novos bairros da região da Vila Rica e ao Anel Viário, dando mais uma opção de saída para quem quer acessar a BR 364, sentido Cuiabá.

“Este investimento certamente trará um maior fluxo para a região do José Sobrinho e Dom Osório, permitindo uma maior mobilidade urbana. É uma obra de grande importância para o Município que só pode ser realizada após a desapropriação, por meio de um acordo, celebrado entre o prefeito Percival com a família Grachet”, pontuou o secretário municipal de infraestrutura, Melquíades Netto.

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A situação, segundo o secretário, se refere a uma questão que se arrastava por anos entre os proprietários de uma chácara de 68 mil metros quadrados, dentro da área urbana, que limitava o seguimento da Otávio Pitaluga e da 13 de Maio, na região do Monte Líbano, saída para o Jardim Adriana, que o prefeito encontrou uma maneira de solucionar.

“Chamamos a família, propusemos a regularização e loteamento da área deles, desde que eles nos cedessem esta opção para seguirmos com as ruas. Após pavimentarmos, obviamente que os lotes deles cresceriam de valor. Acabou prevalecendo o bom senso de ambas as partes e tudo deu certo, especialmente para Rondonópolis”, analisou Percival.

Investimentos e moradores

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Ao todo, o Município investirá neste momento mais de R$ 320 mil, em recursos próprios, para promover o seguimento da Otávio Pitaluga e 13 de Maio, além de pavimentar dois quarteirões da Avenida Kamal Jublat e mais dois da Frei Henrique, que interligam as duas primeiras, no Monte Líbano. Morador há mais de 10 anos da Frei Henrique, o casal Arlindo Celestino da Silva, de 71 anos, e Cleonice Rodrigues da Silva, de 53, disse que tanta espera acabou valendo a pena.

“Nesses 40 anos que moramos na mesma casa esperamos o asfalto. Demorou realmente, mas chegou e estamos muito felizes”, comentou Celestino. Cleonice comemorou o fato de que a nova realidade em frente a sua casa vai lhe dar um descanso nos afazeres domésticos. “Só a dona de casa que tem rua de terra na frente da casa dela sabe a dificuldade que é”, externou.

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A moradora Líbera Vargas, de 71 anos, que também mora na Frei Henrique há mais de 10 anos, está repensando a ideia de vender a casa depois que viu nesta sexta-feira (26) o asfalto efetivamente chegar na porta de sua residência. “Eu estava vendendo, mas agora animei em ficar mais e mesmo se eu vender vai ser bem mais fácil agora que está tudo asfaltado”, disse, em referência da valorização do seu imóvel, onde mora com o menino João Victor.

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