No Centro de Rondonópolis  as pessoas já mudam o estilo de vestir - Foto: Varlei Cordova / AGORA MT
No Centro de Rondonópolis as pessoas já mudam o estilo de vestir – Foto: Varlei Cordova / AGORA MT

Com a aproximação do inverno o clima já começa a mudar. Em Rondonópolis a temperatura amanheceu mais baixa nesta sexta-feira (19)  e já é possível notar a mudança no comportamento das pessoas que andam pelo Centro da cidade. A máxima para hoje é de 27°C, com mínima de 18°C. As informações são dos meteorologistas do Climatempo que também apontam sol com muitas nuvens durante o dia e períodos de céu nublado. A previsão também é de uma noite com muitas nuvens na cidade.

André Luiz - Foto: Varlei Cordova / AGORA MT
André Luiz – Foto: Varlei Cordova / AGORA MT

Quem está curtindo a mudança é o André Luiz Carneiro, 47 anos. Ele mora em Rondonópolis a 5 anos e veio do estado do Paraná que possui uma temperatura bem mais baixa que a de Mato Grosso. “Para mim esse clima não faz nem cócegas. Estou acostumado com frio que é uma maravilha. Rondonópolis é uma cidade quente e sofro com isso. Esse clima me deixa animado e com mais disposição” explica André que aproveitou o tempo para dar uma volta na Praça Brasil.

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Ismael da Silva - Foto: Varlei Cordova / AGORA MT
Ismael da Silva – Foto: Varlei Cordova / AGORA MT

O Ismael da Silva, 57 anos, também adorou a queda de temperatura e diz que nem compra agasalhos no período. “Eu gosto muito do frio e nem compro roupas quentes, nem uso casaco” pontua Ismael.

Mas nem todos estão acostumados com a temperatura baixa. A Luciani Cristina, por exemplo, já se agasalhou. “Estou acostumada com o sol quente de Rondonópolis, quando dá um ventinho, já sinto a diferença”.

Mesmo com o frio, Luciani Cristina demonstra-se estar contente  - Foto: Varlei Cordova / AGORA MT
Mesmo com o frio, Luciani Cristina demonstra-se estar contente – Foto: Varlei Cordova / AGORA MT
Gedeão de Freitas - Foto: Varlei Cordova / AGORA MT
Gedeão de Freitas – Foto: Varlei Cordova / AGORA MT

O mototaxista Gedeão Marcelino de Freitas, também não ficou muito feliz. Ele trabalha como moto-táxi a 6 anos e afirma que a procura pelo serviço registra queda em até 50% no período da estação. Os entregadores, motoristas de circular, vigias noturnos, frentistas também sofrem com a mudança. Quando o assunto é inverno e trabalho noturno, estes e outros profissionais que trabalham à noite são os que mais sentem o frio da estação, que se aproxima. “Esse é um período em que as pessoas preferem pegar táxi, ou até mesmo nem saem de casa. Com isso a procura diminui bastante e a cidade fica um deserto” explica o trabalhador.

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