Vários órgãos federais deflagraram greve esta semana em Mato Grosso. Ao todo já são cinco instituições que paralizaram suas atividades e aderiram a mobilização nacional, mas é esperado que outros três órgãos também façam parte da greve.

O Ministério da Saúde, Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) são os órgãos que já aderiram ao movimento.

Conforme informou o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Federais no Estado de Mato Grosso (Sindsep/MT), Carlos Alberto de Almeida,  a Advocacia-Geral da União (AGU), Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE) também devem se unir a paralisação.

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De acordo com Almeida a proposta apresentada pelo governo Dilma Rousseff (PT) de reajuste escalonado de 21,3%, para os próximos quatro anos, “é indecente e indecorosa”. Os trabalhadores querem aumento de 27,3% em única parcela.

O grupo também pede por melhorias nas estruturas dos órgãos e da carreira. “Os servidores não têm motivação nenhuma para continuar no cargo. Para se ter uma ideia, das pessoas que passaram nos últimos concursos públicos, mais de 70% já saíram”, afirma.

Os servidores exigem ainda do governo Dilma o retorno da data base de reajuste salarial para todo dia 1º de maio. “A correção ficou uma coisa solta desde governo Fernando Henrique”. A paridade salarial entre ativos e pensionistas também faz parte da pauta de reivindicação. Segundo Carlos Almeida, um servidor que se aposenta perde em media 40% do salário.

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