Investigações realizadas pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) e Núcleo de Defesa do Patrimônio Público e da Probidade Administrativa do Ministério Público Estadual, que resultaram na “Operação Metástase” (leia aqui), apontam desvios na ordem de R$ 2 milhões dos cofres da Assembleia Legislativa. As fraudes, conforme o Gaeco, foram cometidas por meio de compras fictícias de marmitas e materiais gráficos com a utilização de verbas de suprimentos, entre os anos de 2011 a 2014.

Dos 22 mandados de prisão expedidos na “Operação Metástase”, apenas um ainda não foi cumprido. De acordo com informações do Gaeco, no grupo existem dois empresários e 20 servidores, todos eram lotados na presidência da Assembleia Legislativa na época em que a Mesa Diretora era presidida pelo ex-deputado José Geraldo Riva. Alguns deles ainda trabalham em gabinetes do Parlamento Estadual.

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A operação é resultado do compartilhamento de informações da operação “Ararath”. A prisão dos servidores, conforme o Gaeco, busca ajudar na identificação dos líderes da organização e o destino dado ao dinheiro desviado. As prisões são temporárias e poderão ser prorrogadas ou convertidas em preventiva, de acordo com a necessidade.

Confira os nomes dos envolvidos (aqui)

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