O anúncio feito pelo Governo Federal de corte de 30% nas alíquotas do sistema S, que é composto pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Serviço Social do Comércio (Sesc) / Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), Serviço Social da Indústria (Sesi) / Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Serviço Social de Transporte (Sest) / Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat) e mais o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e, também, oneração da tributação da contribuição previdenciária incidente sobre a folha, deixou parte da classe empresarial em pé de guerra com o governo Dilma.

O corte renderá mais R$ 6 bilhões aos cofres públicos em 2016 e na prática eles serão utilizados já em 2016 na Previdência Social, entre outras coisas para o pagamento de aposentadorias.

Leia também:  Antônio Joaquim volta a pensar em entrar na disputa

A medida já gerou protestos e o anúncio por parte dos empresários, em especial no Mato Grosso de fechamento de unidades de lazer e educação.

Parece que para parte do empresariado nacional, existem dois pesos e duas medidas, ou seja, cortar recursos do Minha Casa, Minha Vida e do Bolsa Família pode, mas, mexer no bolsa empresário não pode.

Advertisements

Comentários

*Os comentários aqui publicados são de responsabilidade dos usuários e não representam a opinião do site.