Botijão de gás em depósito - Foto: Varlei Cordova / AGORA MT
Botijão de gás em depósito – Foto: Varlei Cordova / AGORA MT

O preço do botijão de gás vai pesar no bolso do consumidor rondonopolitano. Nesta terça-feira (01) o botijão passou a sair das refinarias 15% mais caro. Alguns estabelecimentos já adotaram o reajuste em Rondonópolis e o produto pode ser encontrado em até R$ 75 a unidade. O comunicado para o aumento foi repassado pela Petrobras para o gás de cozinha vendido em botijões de 13 quilos. Mato Grosso – MT é o estado que possui o botijão de gás mais caro do país.

Em uma pesquisa feita pela reportagem do site AGORA MT, o preço das revendedora de gás está entre uma média de R$ 70 a R$ 75. De acordo com o Sindicato das Empresas Distribuidoras de Gás LP (Sindigás), os novos preços entraram em vigor ontem (01). Mas ainda tem estabelecimento da cidade que não fiz o reajuste e o preço do botijão de gás pode ser encontrado no preço antigo.

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NO BRASIL

De janeiro de 2003 até semana passada, o valor subiu de R$ 29 para R$ 46. O mercado de gás é livre no país e o preço varia muito. Antes do aumento, o Rio de Janeiro tinha o preço mais baixo, R$ 29,99. O mais caro é o de Mato Grosso, R$ 69,00.

A alta para o consumidor deveria ser de cerca de R$ 3 por botijão. Segundo a pesquisa de preços da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio do botijão de 13 quilos no país era de R$ 46,19 na semana passada.  Com um reajuste médio de R$ 3, o novo preço será superior a R$ 49.

O sindicato das distribuidoras diz que o que causa essa variação tão grande é diferença do ICMS de um estado pro outro e também os custos de transporte.

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O QUE FAZER?

O presidente do Sindigás, Sérgio Bandeira de Mello, alerta que o consumidor deve pesquisar. Ele afirma que comprar o produto mais barato as vezes não é a melhor opção, pois, o consumidor corre o risco de encontrar um produto adulterado. Ainda conforme o presidente, o consumidor deve exercer seu papel de cidadão. A pesquisa de monitoramento da Agência Nacional de Petróleo apresenta diferenças de R$ 5, R$ 6 num próprio bairro.

Já o Sindigás esclarece que, como os preços são livres em todos os elos da cadeia e o mercado tem autonomia para fixá-los, a alta do preço do produto nas refinarias aumenta a pressão de custos sobre o Gás LP para o consumidor final. “Por isso, o Sindigás orienta o usuário a pesquisar os valores cobrados pelas revendas para escolher aquele fornecedor que não só tem preços mais vantajosos, mas também que oferece os melhores serviços”, conclui a entidade.

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