O nascimento de um bebê é sempre emocionante, uma alegria. E aí pouco importa se é um parto normal ou uma cesariana. O bebê nasce, os pais ganham um filhinho lindo.

Mas as diferenças entre um tipo de parto e outro são importantes e a Organização Mundial da Saúde, a Sociedade Brasileira de Obstetrícia e o Ministério da Saúde dizem que a preferência tem que ser pelo parto normal. A cesariana tem mais riscos, para a mãe e para o bebê. “O bebê que nasce de uma cesárea, em relação ao parto normal, é um bebe que tem mais dificuldade em respirar sozinho. Então, muitas vezes esse bebê até acaba recebendo oxigênio ou até necessitando de internação em UTI neonatal”.

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Em 2009, o Brasil se tornou o primeiro país do mundo onde mais da metade dos bebês não nasce como a natureza prevê. “O modelo brasileiro está formatado para ter cesariana.

Foto: Reprodução
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É muito mais fácil você ter uma cesariana do que um parto normal.

O maior medo das mulheres é a dor.“Tem mulheres que ouvem experiências negativas da mãe, da tia, e aí elas ficam com aquele sentimento ruim na hora do parto, , que vão gritar com ela, que ela vai sofrer, vai ficar sem comer. Então essas experiências ficaram sendo determinantes na decisão de fazer o parto cesariana”,

A cesárea começou a virar moda nos anos 70, quando as mulheres aproveitavam a mesma cirurgia para ligar as trompas, como método contraceptivo. Depois, com o avanço dos planos de saúde, virou praxe. Hoje, 84,5% dos partos nos convênios são cesarianas.

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As facilidades da cesárea agendada atenderam bem aos hospitais, aos médicos e também às grávidas.
Muitas gestantes passaram não só a preferir como a exigir esse tipo de parto. E não só para não sentir dor.

 

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