Foto: IStock
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Estima-se que 35% da meninada faça parte do time dos seletivos, conhecido por se recusar a experimentar um monte de alimentos. Segundo o pediatra Antônio Carlos de Farias, do Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba, quando essa restrição do menu afeta a saúde, o crescimento e o comportamento das crianças, estamos diante de um problema. E ele pode ser mais sério do que se imagina. Em um estudo da Universidade Duke, nos Estados Unidos, pesquisadores associaram níveis moderados e graves da seletividade a distúrbios psiquiátricos. Ao analisar 917 crianças entre 2 e 6 anos, eles viram que as mais intransigentes à mesa tinham um risco duas vezes maior de apresentar sintomas de ansiedade e depressão. Por isso, fique atento: um cardápio restrito pode sinalizar os primeiros passos desses transtornos.

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Como fazer meu filho comer?

Alguns ajustes podem amenizar o drama ao montar o prato do pequeno:

• Respeite o tempo dele.
• Não force seu filho a comer. Senão ele associará o momento da refeição a uma experiência ruim.
• Faça um prato bonito.
• Se não souber montar um desenho, misture as cores e ajeite os alimentos de uma forma que chame a atenção.
• Estimule o interesse pela comida.
• Leve a criança ao supermercado e, em casa, deixe-a participar dos preparos na cozinha.
• Não trate o doce como recompensa. Ao fazer isso, parece que a refeição principal é tão horrível que é necessário um agrado depois.

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