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Educação domiciliar é uma vertente que vem tomando grande repercussão no Brasil nesse século XXI. Os pais por medo de Bullying, agressões, assédio com seus filhos, acabam optando por esta prática educacional, que é bastante conhecida em países como os Estados Unidos e Portugal.

Essa vertente é um tema que está colocando alguns pais versus o governo. Onde os progenitores optam por darem as suas crianças o estudo em casa, longe de Bullying e outros casos que podem prejudicá-los no ensino. Já o governo diz que tirar a criança da escola é um crime e é uma escolha que os colocam em uma bolha, privando-as do convívio com a sociedade.

No Brasil Estatuto da Criança e do Adolescente, a Lei de Diretrizes e Bases diz que obrigatório os pais efetuar a matrícula das crianças na educação básica a partir dos 4 anos, portanto diante da Lei é criminoso a criança não está indo a escola.

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A homeschooling, expressão conhecido em inglês, é mais desenvolvida e conhecida em países como os Estados Unidos. Mas, no Brasil já há vários adeptos.

Segundo a Aned (Associação Nacional de Educação Domiciliar), há mil famílias associadas no grupo, mas pode haver muito mais. E ainda de acordo com eles o direito ao ensino domiciliar já é reconhecido por convenções internacionais.

Segundo dados do Departamento de Educação americano, no ano letivo de 2012 3,4% (1,77 milhão) das crianças entre cinco a 17 anos foram educadas em casa, dessas 489 mil são de grandes cidades, a maioria são de classe média e tem pais com formação acadêmica.

Os pais americanos afirmam que em casa é possível elaborar um plano de ensino que seja mais adequado aos seus filhos, ajudando eles a aprimorarem em suas habilidades.

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Alguns educadores afirmam que educar as crianças em um ambiente domiciliar, amigável, sem bullying, sem competição é como colocá-los em uma bolha, onde um dia eles irão sair e deparar com a realidade da sociedade, que há competição e bullying. Ainda relatam que a escola não é importante apenas pelo seu conteúdo e sim por ensinar a conviver com outras pessoas, comparar seus trabalhos e até mesmo de lidar com brigas e desentendimentos.

Já a homeschooling, diz que há outros meios das crianças estarem em convivências com amigos, sendo em clubes, na praça, igreja, futebol, entre outros. Afirmam que as crianças não vivem em uma bolha.

Outros estudiosos sobre a homeschooling argumentam que é difícil essa realidade no Brasil, pois falta fiscalização suficiente para acompanhar as crianças em suas casas, sendo que não se consegue nem fazer um acompanhamento regular suficiente nas escolas. Em outros países as crianças são cadastradas e o governo consegue fazer um acompanhamento satisfatório, como em Portugal.

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