funkeira Talita de Almeida, conhecida como MC Lokinha, de 26 anos, foi presa pouco antes de se apresentar em uma casa de shows neste domingo (18) emSinop, a 503 km de Cuiabá. De acordo com a Polícia Civil, Talita estava com a prisão decretada pela Justiça de Mato Grosso por suspeita de participação em um assassinato.

Foto: Divulgação/Polícia Civil de MT
Foto: Divulgação/Polícia Civil de MT

O G1 tentou, mas não conseguiu contato com a defesa da funkeira. A prisão foi decretada pelo juiz Otávio Vinicius Affi Peixoto, da 1ª Vara Criminal de Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá.
Talita foi presa no camarim da casa de shows, momentos antes de se apresentar no evento. Policiais civis disfarçados entraram na festa e conseguiram identificar a cantora. Aproximadamente 300 pessoas estavam no evento e presenciaram a prisão.
“Ela veio fazer um show e seria a atração principal do evento. Até onde sabemos ela teria envolvimento com uma grande quadrilha de traficantes de Cuiabá. Ela atraía as vítimas, provavelmente os inimigos dessa quadrilha, para que fossem mortos pelos outros integrantes”, informou ao G1 o delegado Ugo Ângelo Reck de Mendonça.
Prisão
Ao ser presa, a cantora se mostrou surpresa e não reagiu, segundo a polícia. Ela foi encaminhada para a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Cuiabá (DHPP), responsável pelo inquérito que apura o crime cometido pela suspeita.
“Pela investigação soubemos que ela seria um dos ‘braços’ dessa quadrilha. Provavelmente, a quadrilha que a financiava nos shows e fornecia droga nos eventos. Vimos que o consumo [de droga], nesse evento, foi grande”, observou o delegado.
A DHPP informou que continua as investigações para tentar localizar outros integrantes da quadrilha que atuavam com Talita. A funkeira responde a três processos na Justiça de Mato Grosso pelo crime de tráfico de drogas.

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Prisão
Ao ser presa, a cantora se mostrou surpresa e não reagiu, segundo a polícia. Ela foi encaminhada para a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Cuiabá (DHPP), responsável pelo inquérito que apura o crime cometido pela suspeita.
“Pela investigação soubemos que ela seria um dos ‘braços’ dessa quadrilha. Provavelmente, a quadrilha que a financiava nos shows e fornecia droga nos eventos. Vimos que o consumo [de droga], nesse evento, foi grande”, observou o delegado.
A DHPP informou que continua as investigações para tentar localizar outros integrantes da quadrilha que atuavam com Talita. A funkeira responde a três processos na Justiça de Mato Grosso pelo crime de tráfico de drogas.

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