Sustentabilidade nas ações do campo de manejo dos recursos naturais. Este é o principal objetivo do projeto que conta com o investimento de R$ 750 mil do Fundo Nacional do Meio Ambiente, e foi lançado na tarde de segunda-feira (26) pelo Governo no Palácio Paiaguás.

O Programa de Educação Ambiental na Agricultura Familiar (Peaaf), ) e o Projeto Formação de Agentes Populares em Educação Ambiental na Agricultura Familiar são uma parceria entre a Empresa Mato-Grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer-MT), o Ministério do Meio Ambiente, o Instituto de Terras do Estado de Mato Grosso (Intermat) e de outras quatro secretarias estaduais: Trabalho e Assistência (Setas), Educação (Seduc), Agricultura Familiar (Seaf) e de Meio Ambiente (Sema).

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Inicialmente cinco assentamentos da região do Manso, próximo à capital, e do Alto Teles Pires serão atendidos em três etapas. “Haverá oficinas chamadas muro das lamentações, onde a população relata os problemas da comunidade. O próximo passo é construir um plano de ação, que será financiado pelo Governo do Estado”, conta o secretário de Agricultura, Suelme Fernandes.

Ele pontuou que a pasta de agricultura, com o auxílio da Empaer, tem papel fundamental para a atividade por auxiliar diretamente o agricultor familiar, quilombolas, indígenas e assentados, que tem a sua atividade calcada no manejo de recursos naturais.

Na ocasião, o governador Pedro Taques assinou um decreto que nomeia um grupo de trabalho para liderar as atividades do programa. Os próximos conflitos internacionais se darão por conta da falta d’água, sinaliza o governador, afirmando que neste contexto Mato Grosso figura como o Estado com maior potencial de recursos hídricos do país. “Nosso projeto foi aprovado pelo Governo Federal pela excelência, e deve trazer grandes resultados para a preservação dos nossos recursos naturais”, pontuou o governador.

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A solenidade contou com a assinatura de outros dois importantes pactos para a Sustentabilidade do Estado, são eles a parceria do Governo do Estado com a Itaipú Binacional chamada Cultivando Àgua Boa – uma estratégia de enfrentamento da crise de água, zelando dos seus usos múltiplos (a produção de alimentos e de energia, o abastecimento público, o lazer e o turismo) – e a adesão ao programa Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P).

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