Foto: Reprodução
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Em 2014, Lewis Hamilton e Nico Rosberg comandaram a temporada da Fórmula 1 com suas Mercedes. A escuderia alemã vencia pela primeira vez o título da mais importante modalidade do automobilismo após 50 anos. No entanto, para desenvolver o poderoso carro que arrebatou a concorrência, os cofres da equipe sofreram.

Nesta sexta-feira (2 de outubro), o balanço anual da equipe em 2014 foi divulgado, e mostrou um déficit de 76,9 milhões de libras (o equivalente a R$ 468 milhões na cotação atual). O relatório divulgado pela escuderia explicou os números como necessários para o “sucesso sem precedentes”.

O estudo aponta elevados gastos por conta de um “nível recorde de performance esportiva” e por mudanças no regulamento da categoria. Em comparação a 2013, as perdas da Mercedes aumentaram em 25,8 milhões de libras (R$ 157 mi).

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Porém, nem tudo é motivo de desespero. Afinal, o relatório afirma um aumento nos lucros da equipe com direitos comerciais e prêmios em dinheiro. Ao todo, cerca de 21,7 milhões de libras (R$ 132 mi) foi o saldo da equipe com as verbas de 2013 para 2014.

“Agora que a Mercedes se estabilizou como uma das equipes de ponta da F1, a batalha para sustentar-se nessa posição é continuar competindo a cada temporada. A direção tem confiança de que esse objetivo pode ser atingido através de funcionários qualificados, a melhor dupla de pilotos, uma infraestrutura de ponta e o apoio de outros parceiros”, diz a nota publicada pela equipe.

Na atual temporada, o domínio da Mercedes segue praticamente intacto. A escuderia lidera o Mundial de Construtores e o de Pilotos, com Hamilton na liderança e Rosberg na segunda colocação. Nas 17 etapas até aqui, a Mercedes subiu ao lugar mais alto do pódio 11 veze

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