Foto: Reprodução
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Dentro das 42 modalidades das Olimpíadas do Rio 2016 encontra-se o tiro com arco, onde o objetivo dos atletas é acertar suas flechas no centro de um alvo posto a 70 metros de distância. Além de uma boa mira exige-se na prática esportiva força, flexibilidade e tranquilidade para disparar flechas que tem o alcance em torno de 240 km/h.

Inicialmente, a prática tratava-se apenas de uma atividade de caça e guerra, vindo a ganhar popularidade como esporte a partir do século XVI, com torneios na Inglaterra.

O esporte estreou nas Olimpíadas de Paris em 1900, e desde então vem construindo história pelo seu pioneirismo na inserção de mulheres na competição. Quatro anos após sua entrada, em Saint Louis (1904) tornou-se um dos primeiros esportes Olímpicos a contar com a participação feminina. Tendo como outro marco os Jogos de Los Angeles (1984), quando a arqueira neozelandesa Neroli Fairhall foi a primeira atleta paraplégica a participar dos Jogos Olímpicos.

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O herói Robin Hood, responsável por popularizar a prática no cinema, também se trata do nome do feito mais difícil do esporte – acertar uma flecha bem no meio de outra já presa ao alvo, dividindo-a ao meio. Outra façanha difícil de ser realizada é de agrupar – ato de aproximar as flechas disparadas uma das outras no alvo, o que indica que o arqueiro consegue repetir tiros semelhantes.

Dentro dos equipamentos necessários para que o arqueiro desenvolva sua performance tem-se: corda do arco, protetor de braço, estabilizador, dedeira, mira, flecha, protetor peitoral, aljava e arco recurvo. Com prestígio e todo o charme da modalidade, na cerimônia de abertura dos Jogos de Barcelona (1992), o atleta Olímpico espanhol Antonio Rebollo acendeu a pira ao atirar uma flecha com a ponta incandescente.

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Para se adaptar à convenção internacional, a Confederação Brasileira de Tiro com Arco adotou essa denominação em 1991, colocando em desuso o termo comum “arco e flecha”. Em 2016, contará com provas individual e em equipe, tanto no masculino como no feminino.

O país mais temido na competição é a Coreia do Sul, que é dona dos melhores resultados em Olímpiadas, com 34 no total (19 de ouro; 09 de prata; 06 de bronze), sendo que os sul-coreanos estão à oito edições, garantindo um lugar no pódio. O Brasil é representada na modalidade desde as Olímpiadas de 1980, mas ainda não conseguiu uma medalha.

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