Os novos limites de preços para os imóveis da 3ª etapa do Minha Casa, Minha Vida foi aprovado pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) nesta terça-feira (27). Em Rondonópolis (MT) o teto passou de R$ 100 para R$ 115 mil na 2ª etapa e deve subir para R$ 130 mil na 3ª etapa, conforme explica o correspondente da Caixa Econômica Federal, Abel Vilela Neto. As contratações podem ter início ainda no fim deste ano, conforme o Ministério das Cidades.

Abel ainda explica que o valor é definido por número de habitantes. Ele acredita que em Rondonópolis, o preço ainda pode ter alterações, já que o número habitacional da cidade aumentou, passando dos 200 mil. “Esse valor estipulado é apenas provisório, pode mudar, já que não foi divulgado nada oficial. Em Rondonópolis a previsão é que o valor na 3ª etapa seja de R$ 130 mil, mas pode aumentar ainda mais”, pontua.

Leia também:  Encontro de Fé | Devotos se reúnem em procissão para comemorar os 300 anos de Nossa Senhora Aparecida

Na cidade de Pedra Preta o valor subiu para R$ 90 mil e na capital Cuiabá para R$ 170.

Ainda conforme Abel, quando aumenta o teto dos valores dos imóveis, consequentemente se muda o subsídio o que facilita ainda mais a compra do imóvel.

A última vez que os preços máximos dos imóveis do programa habitacional do governo, haviam sido corrigidos foi no ano de 2012.

NOVAS REGRAS

As novas regras só serão válidas para novos contratos e devem fazer parte da 3ª etapa do programa, ainda sem data para ser lançado. O Minha Casa, Minha Vida permite a beneficiários de várias faixas de renda financiar a casa própria a juros mais baixos que as taxas cobradas no mercado.

Leia também:  Conta de luz terá taxa extra de R$ 5 para cada 100 quilowatts-hora consumidos

De acordo com nota divulgada pelo Ministério das Cidades, o valor limite de renda para se beneficiar da faixa que oferece casas totalmente subsidiadas pelo governo passará de R$ 1,6 mil para R$ 1,8 mil. As prestações continuarão a ser pagas em 10 anos. Esses beneficiários não pagam juros.

Para famílias que recebem até R$ 800, a parcela será de R$ 80; quem recebe entre R$ 800 e 1,2 mil, pagará 10% da renda; para renda entre R$ 1,2 mil a R$ 1,6 mil, o percentual será de 15%; e para renda entre R$ 1,6 mil a R$ 1,8, será de 20%.

A faixa intermediária criada pelo governo, chamada de faixa 1,5, terá subsídio de até R$ 45 mil do governo. O beneficiário que se encaixar nessa categoria terá que pagar taxa de juros de 5% ano.

Leia também:  Novas imagens mostram que camionete estava em alta velocidade

Os juros a partir da chamada faixa 2 serão aumentados. Famílias com renda de até R$ 2.700 terão juros de 6% ao ano. As com renda de até R$ 3.600, 7%. Atualmente, quem ganha até R$ 2.455, paga 5% ao ano. Já quem tem renda entre R$ 2.455,01 e R$ 3.275 paga 6% ao ano.

Na Faixa 3, também haverá aumento de juros. Quem recebe até R$ 6.500, pagará juros anuais de 8%. Hoje, são cobrados até 7,16% de juros ao ano para quem ganha até R$ 5 mil.

Advertisements

Comentários

*Os comentários aqui publicados são de responsabilidade dos usuários e não representam a opinião do site.