Foto: Uol
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Aquele marasmo após o almoço é até normal. Mas, em algumas pessoas, a preguiça é tão intensa e persistente que chega a abalar o bem-estar. Ocorre que essa chateação, batizada de sonolência diurna excessiva, é mais frequente em gorduchos, segundo um estudo da americana Universidade do Estado da Pensilvânia. Quase 1 400 voluntários foram seguidos por sete anos e meio para descobrir que o excesso de peso eleva o risco de se sentir exausto, independentemente das horas dormidas.

Muitos podem imaginar que o achado tem a ver com a apneia, condição comum em barrigudos caracterizada por interrupções na respiração durante o sono – e que pioram a sua qualidade.

“Mas vimos que a obesidade, por si só, já traz fadiga diurna”, diz Julio Fernandez-Mendoza, psicólogo e autor do artigo. Especula-se que um abdômen inflado desregule áreas do cérebro ligadas ao despertar. Mas a pesquisa americana não trouxe apenas más notícias. De acordo com ela, os participantes que emagreceram ganharam bastante disposição no cotidiano. Pois é: em boca fechada não entram guloseimas… nem saem bocejos.

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