Foto Reprodução
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A tortura de suspeitos por parte da polícia é uma prática comum na China, denunciou nesta quinta-feira (12) a Anistia Internacional, com base no depoimento de cerca de 40 advogados.

Segundo um relatório da ONG de defesa dos direitos humanos, suspeitos são socados, chutados, surrados com garrafas plásticas com água, privados de sono e acorrentados a cadeiras em posições dolorosas durante horas.

A Anistia afirma que a justiça chinesa recebeu ao menos 1.321 denúncias de confissão sob tortura entre 2008 e a primeira metade de 2015.

Durante o mesmo período, apenas 279 pessoas foram condenadas, em toda a China, por ter “arrancado confissão sob tortura”, destaca a organização.

“Para a polícia (chinesa), conseguir confissões é a maneira mais fácil de obter uma condenação”, comentou Patrick Poon, investigador da Anistia.

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