Em um relatório publicado pelo Escritório das Nações Unidas para a Redução de Desastres (UNISDR) e o Centro de Pesquisas de Epidemiologia em Desastres (Cred) relata que o Brasil é o único país da América Latina e o décimo colocado na lista que contabiliza o maior número de pessoas afetadas com desastres entre os anos de 1995 a 2015, sendo que em 90% os principais motores de riscos das catástrofes são o tempo e o clima.

Os líderes da lista estão os Estados Unidos, China, Índia, Filipinas e Indonésia. Os cincos são os primeiros colocados, onde mais aconteceu calamidades relacionadas ao clima. O Brasil teve um aumento de 14 % em tragédias acontecidas entre os anos de 1995 a 2004, isso é quase o dobro se comparado aos anos de 1985/1995.

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“Precisamos reduzir as emissões de gases de efeito estufa e combater outros fatores de risco, como o desenvolvimento urbano não planejado, a degradação ambiental e as lacunas em alertas rápidos” disse Margareta Wahlström, chefe da Unidas para a Redução de Riscos de Desastres (UNISDR), em um comunicado de imprensa.

Em um acordo realizado em Paris, nesse segunda-feira (23) na conferência sobre mudança climática da ONU (COP21), disseram que à longo prazo é possível diminuir a emissão de gases estufa e reduzirá danos e perdas financeiras com os desastres ocasionadas pelo aquecimento global e aumento do nível do mar.

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