Nancy Carrasco, de 34 anos, sofreu um aborto espontâneo três meses antes da data marcada para dar à luz, mas ao invés de dizer o ocorrido à família, fingiu que ainda estava grávida.

“Eu tirei o bebê e eu a matei.Então eu usei uma faca para cortar e abrir a barriga, antes de roubar seu bebê.”

Foto Divulgação

Ela chegou a ir visitar médicos no hospital, onde conheceu Luvineydi Yasmin Velazquez Thomas, de 23 anos, uma grávida com quem fez amizade.

Logo que ganhou a confiança de Thomas, Nancy a convidou para ir até sua casa, em Tijuana, na fronteira entre o México e os EUA. Lá ela acabou sendo morta e teve o bebê retirado de sua barriga.

Nancy, com medo do bebê morrer, o levou a uma clínica e garantiu que a criança era filha dela.

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No entanto, os médicos disseram que ela não tinha nenhum dos sintomas de uma mulher que tinha acabado de dar à luz, e assim ela ligou para seus parentes pedindo para ir até sua casa buscar a placenta.

Logo que os familiares chegaram na residência, ficaram horrorizados ao encontrar o corpo de Thomas, já sem vida, com a barriga cortada e parte dos órgãos para fora e alertaram à polícia.

Quando foi confrontada sobre o corpo, Nancy admitiu: “Eu tirei o bebê e eu a matei. A Eu esfaqueei pelas costas e a estrangulei com seu próprio lenço da cabeça. Então eu usei uma faca para cortar e abrir a barriga, antes de roubar seu bebê.”

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Ela disse que tinha ficado aterrorizada pelo fato de que seu marido a deixaria se soubesse que tinha perdido o bebê.

O bebê está no hospital, enquanto Nancy está no centro de readaptação social de Tijuana, onde aguarda um julgamento.

A polícia disse que ela afirmou que agiu sozinha.

Mesmo assim seu marido, Francisco Javier Torres Cubias, e o amigo Reyna Isabel Munoz Guzman, também foram presos.

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