Viatura da polícia que o criminoso ateou fogo - Foto: PJC
Viatura da polícia que o criminoso ateou fogo – Foto: PJC

O criminoso que ateou fogo em uma viatura da polícia e atentou contra o prédio da Delegacia de Terra Nova do Norte (675 km ao Norte) foi preso pela Polícia Judiciária Civil, na quarta-feira (26), no município. Antes de concretizar o plano criminoso, Douglas Bueno dos Santos, 21, deixou uma carta, em que fazia ofensas aos policiais e falava como cometeria o crime.

Quinze dias antes da ação, o suspeito foi preso por tráfico de drogas e teve seu aparelho celular apreendido, fato que teria motivado o crime. Após ter a autoria identificada, Douglas foi autuado em flagrante pelos crimes de incêndio doloso, dano ao patrimônio público, tentativa de incêndio em edifício público, ameaça e desacato.

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A ação criminosa aconteceu na madrugada de quarta-feira (25), por volta de 5 horas, quando o suspeito passou em frente a delegacia e jogou uma garrafa com o explosivo conhecido como “coquetel molotov”. A substância atingiu a carroceria da viatura da delegacia, uma caminhonete Mitsubish L200, que imediatamente começou a pegar fogo.

Ao ouvir a explosão, o policial plantonista saiu da unidade policial e foi surpreendido pelo fogo e imediatamente começou a tentar conter as chamas. O fogo levou cerca de 20 minutos para ser controlado. Segundo os técnicos da perícia, ao tentar apagar as chamas, o policial correu risco de vida, uma vez que o tanque de combustível da caminhonete poderia ter explodido e o fogo se espalhado para o prédio da delegacia.

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Logo pela manhã, toda equipe da Delegacia de Terra Nova do Norte se reuniu para fazer um levantamento de informações e chegar ao autor do atentado. O nome do suspeito foi apontado por unanimidade pelos policiais. O acusado foi detido e encaminhado a delegacia para prestar esclarecimentos.

Inicialmente, Douglas negou envolvimento com o incêndio, mas depois decidiu confessar a autoria da ação criminosa. Segundo o suspeito, ele queria fazer uma represália contra a Polícia Civil, pela sua prisão há 15 dias e apreensão do sue aparelho celular. Em buscas na casa de Douglas, policiais encontraram uma carta destinada ao pai, em que fazia ofensas aos policiais e relatava detalhes da ação criminosa, além de um pedaço de pano utilizado na confecção do coquetel molotov.

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