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A principal orientação do Ministério da Saúde para evitar o contágio pelo zika vírus, transmitido pelo Aedes Aegypti, é o uso tópico do repelente industrial. O produto, no entanto, não é 100% eficaz e deve ser utilizado ao lado de outras medidas preventivas, segundo especialistas de diferentes áreas médicas consultados.

Coordenador dos testes pela vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan, o professor de imunologia e alergia da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo) Esper Kallas é taxativo: o repelente industrial é o meio de combate mais adequado ao mosquito, mas não faz ‘milagres’.

 

De acordo com o pesquisador, produtos anti-insetos como os repelentes de tomada também auxiliam, mas têm a mesma eficácia, por exemplo, de ações caseiras de efeito passageiro como velas ou essências de citronela. “São medidas que ajudam, mas não eliminam o risco da picada”.

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O ideal é adotar um conjunto de medidas, iniciado pela erradicação de focos de criadouro do mosquito em sua casa.

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