Após mais de 30 anos representando a Ucrânia, o peso-pesado Alexey Oleinik decidiu naturalizar-se russo assim que fez sua estreia no UFC. A atitude não foi bem digerida por seu país de nascença, que o classificou como “ameaça à segurança nacional”, segundo uma carta recebida pelo lutador enviada pelo Ministro da Cultura da Ucrânia. Segundo Oleinik, a classificação oficial não o impedirá de ir ao país quando desejar.

– O grupo que tomou o poder na Ucrânia é formado por bandidos e criminosos, que fazem o que querem por lá. Irei quando for preciso, porque lá estão enterrados meu pai, meu avô e minha avó. Acho um absurdo o que vem acontecendo e o que estão tentando fazer comigo.

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Alexey Oleinik tem duas vitórias no UFC, contra Anthony Hamilton e Jared Rosholt. Fora de combate há um ano, por conta de uma cirurgia mal-sucedida no joelho, o atleta deverá submeter-se a uma nova intervenção para corrigir o problema definitivamente.

Os números ainda não foram totalmente computados, mas as estimativas mais recentes mostram que o UFC 193, realizado em Melbourne, na Austrália, já é um dos eventos mais bem sucedidos da história da organização. Além de bater o recorde de público do UFC, com 56.214 pagantes, superando os 55.724 do UFC 129, no Canadá, o evento deverá chegar à marca de 1,1 milhão de pacotes de pay-per-view vendidos, o que seria um recorde para torneios realizados fora dos EUA, à exceção do UFC 158, realizado no Canadá e que teve Georges St-Pierre enfrentando Nick Diaz na luta principal.

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