Em seu primeiro ano de mandato, o senador José Medeiros (PPS/MT) conseguiu atender Rondonópolis com a viabilização de recursos federais que serão capazes de solucionar gargalos de duas das áreas mais importantes em políticas públicas: a infraestrutura e a saúde. Nesta terça-feira (8), em visita a maior cidade da região sul de Mato Grosso para receber, na Câmara Municipal de Vereadores, a honraria de cidadão rondonopolitano, o senador, que é nascido no nordeste, confirmou a chegada imediata de quase R$ 5 milhões para os investimentos locais em 2016.

“Destinamos, ao todo, R$ 9 milhões a Rondonópolis. Até o momento, o Governo Federal liberou R$ 4,8 milhões para estas duas frentes. No primeiro caso, pouco mais de R$ 2,4 milhões serão usados para reformar todo o prédio onde é hoje o P.A. Ali, se tornará uma grande ala para abrigar internados, enquanto que a urgência e emergência passará para a UPA, que dentro em breve deve ser entregue. A outra parte do dinheiro, irá para asfaltar e drenar as ruas transversais ao condomínio Terra Nova. Ali, existe um problema sério de alagamento, onde foi feito um paliativo recentemente, mas que esperamos que com este recurso não haja mais risco de água entrar na casa das pessoas, bem como facilitar a mobilidade na região”, enfatizou Medeiros.

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Ao lado do senador Wellington Fagundes, Medeiros também foi o responsável por auxiliar na liberação de cerca de outros R$ 5 milhões para obras de saneamento básico em Rondonópolis. “Fizemos o encaminhamento junto ao presidente do BNDES, Luciano Coutinho, e conseguimos este aval financeiro que será de suma importância para ampliação do sistema de abastecimento de água e do sistema de esgotamento sanitário de Rondonópolis. Estas obras foram executadas por empresas que contrataram com o Sanear, mas que não vinham recebendo adequadamente em virtude do contingenciamento promovido pela atual presidência, mas que agora felizmente conseguimos driblar”, comemorou.

Dentre as outras lutas pela cidade, que completará 62 anos no próximo dia 10, o senador elencou a justa liberação do Fex – Fundo de Exportação, alcançada mediante pressão ao Governo Federal. “A função de um legislador não deve ser pautada em somente encaminhar dinheiro para os municípios, mas em decorrência do fatiamento desigual do orçamento que atualmente existe, deixando uma parcela muito pequena aos municípios, vejo que se faz necessária nossa intervenção. Desta maneira, as duas parcelas de R$ 1,5 milhão, do FEX, que chegaram no fim de outubro e outra no fim de novembro, por exemplo, creio que ajudaram muito Rondonópolis e foi por isso que brigamos tanto”, analisou.

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Fortalecimento de instituições

O senador da república ainda elencou, em uma análise sobre seu primeiro ano de mandato, o avanço na fortificação de instituições, de variados setores, atuantes na cidade. “Nos reunimos com a presidente nacional do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) e pedimos “socorro” por Rondonópolis que não têm hoje uma estrutura, tanto física como em recursos humanos, para atender a demanda. Uma pessoa não pode aguardar quase um ano para fazer uma perícia. Expomos isto na mesa dela, ela entendeu e está sendo encaminhada a solução, que espero que ocorra já no início do próximo ano”, disse.

Ainda por Rondonópolis, Medeiros, que foi o autor de 29 projetos de lei durante 2015 e assumiu a relatoria de outros 60, reiterou a importância dos novos passos dados rumo a emancipação da Universidade Federal do Cerrado – UFCER e no Judiciário. “Eu vejo esta questão da UFCER como um motivo de comemoração. Nunca estivemos tão próximos de alcançar este objetivo, com toda a classe política somando força para isso (…) No Judiciário, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou projeto de lei, onde tive a honra de ser relator, que criou mais uma vara da Justiça Federal para Rondonópolis para tentarmos frear a grande demanda de processos e dar celeridade aos anseios populares(…) Acho que, de uma maneira geral, conseguimos avançar bem e em áreas importantes. E as flores que colhemos, sobretudo em épocas de seca, devem ser sim ser valorizadas”, elencou.

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