Marcos Santos/USP Imagens
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Um pouco mais de cuidado na hora de comprar e mais atenção ao fazer pagamentos são dicas que ajudam a evitar que o consumidor seja vítima de algum estelionatário. Dados da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal apontam que, de janeiro a setembro de 2015, mais de 8 mil ocorrências de estelionato foram registradas no DF. A média é de 30 ocorrências por dia.

No topo da lista de golpes mais comuns está a clonagem de cartões de crédito, seguida pela clonagem de talões de cheque.

Um empresário brasiliense, que prefere não se identificar, acreditava ter conseguido um excelente negócio. Em um anúncio na internet, o homem encontrou o carro desejado e com o preço R$ 5 mil a menos que a média do mercado.

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Ele conta que o estelionatário passou todos os dados da empresa, dados bancários e se mostrou como uma pessoa de confiança. Após pagar um sinal de R$ 500 reais, o empresário percebeu que foi vítima de um golpista.

— Ele falou que o carro estava em uma financeira e que para liberar o veículo eu teria que pagar o restante. Quando ele começou a pedir mais dinheiro eu vi que de fato tinha caído em um golpe.

O especialista em segurança pública Nelson Gonçalves orienta para sempre desconfiar de preços vantajosos que estão muito fora do padrão do mercado.

— Por que esta vantagem muito grande especialmente em um momento de crise que estamos vivenciando?

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Gonçalves afirma que é essencial ter mais atenção nas coisas que estão sendo ditas e oferecidas na hora da compra para evitar ser mais uma vítima dos estelionatários.

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