Foto: assessoria
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Entre os dias 20 de novembro e 14 de dezembro, a Superintendência do IBAMA em Mato Grosso recebeu 130 animais silvestres, para reintrodução em 3 áreas cadastradas no Projeto Áreas de Soltura de Animais Silvestres ( ASAS) no estado. Eles são provenientes do Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS/Ibama/CE) de Fortaleza e do Centro de Reabilitação de Animais Silvestres do Parque Ecológico do Tietê (Cras/Pet/SP) de São Paulo.

Do CETAS-Fortaleza vieram 59 papagaios-verdadeiros (Amazona aestiva), 9 papagaios-do-mangue (Amazona amazonica), 4 araras-canindés (Ara ararauna), 2 araras-vermelhas (Ara chloropterus), 3 tucanos-toco (Ramphastos toco), 1 tucano-de-bico-preto (Ramphastos vitellinus), 4 periquitos-rei (Eupsittula aurea), 1 caturrita (Myiopsitta monachus), 1 maitaca-verde (Pionus maximiliani) e 1 aratinga-de-testa-azul (Thectocercus acuticaudatus).

Do PET-SP vieram 45 animais, sendo 28 papagaios-verdadeiros, 6 papagaios-do-mangue, 6 araras-canindés e 5 iguanas (Iguana iguana).
As 85 aves que vieram de Fortaleza, distante 3.406 km de Cuiabá, contaram com apoio da TAM Cargo, que as transportou gratuitamente.

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Os animais foram distribuídos nas seguintes áreas, de acordo com a ocorrência natural das espécies:

Foto: assessoria
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Refúgio Ecológico Sesc Serra Azul (RESSA), em Rosário Oeste; Pousada Arara Eco Lodge, próximo da Estrada Parque Transpantaneira, no município de Poconé e em Tangará da Serra, na Fazenda São Marcelo, onde se localiza a Reserva Particular do Patrimônio Natural Vale do Sepotuba.

Todas as aves receberam anilhas e marcação com tinta atóxica, para facilitar os trabalhos de monitoramento pós-soltura.

O analista ambiental e médico veterinário César Soares, responsável pelo Núcleo de Fauna do Ibama/MT, destaca o êxito do projeto ASAS (Áreas de Solturas de Animais Silvestres) em Mato Grosso, “os funcionários do RESSA registraram, recentemente, o nascimento de dois filhotes, fruto do pareamento de duas araras que foram soltas naquela área”. Soares complementa informando que “uma semana após a soltura do tucano-de-bico-preto houve o pareamento com outro nativo. Dessa forma, longe das gaiolas, as aves voltam para a natureza e vão cumprindo seu papel ecológico”.

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