O governador Pedro Taques (PSDB) descartou a possibilidade de se unir politicamente com o PMDB, partido liderado pelo deputado federal Carlos Bezerra em Mato Grosso. A justificativa dada por Taques é que ele pretende manter a coerência política.

Nas últimas eleições, Taques fez oposição ao PMDB durante a campanha eleitoral, com duras críticas a gestão do ex-governador Silval Barbosa, que atualmente está preso no Centro de Custódia de Cuiabá (CCC) pela suspeita de integrar um esquema de venda de incentivos fiscais para empresas privadas em favor de seu mandato.

“Não posso do dia para a noite passar óleo de peroba na cara e ter o PMDB no governo”, disse o governador durante entrevista a um canal de televisão da Capital.

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Taques disse que respeita o PMDB e seus deputados estaduais e negou que os parlamentares tenham solicitado cargos na estrutura da máquina pública para apoiá-lo.

“Nenhum deputado do PMDB me pediu algo disso. Todos os deputados do PMDB votam de acordo com as suas consciências e dos interesses de Mato Grosso”.

O PMDB deve se tornar a maior bancada na Assembleia Legislativa com a filiação do senador Blairo Maggi e dos deputados estaduais Emanuel Pinheiro e Wagner Ramos que devem acompanhá-lo, além da deputada Janaína Riva que também está propensa a migrar para o PMDB.

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