Rondonópolis (MT) registrou um pequeno aumento nas vendas de motocicletas no ano de 2015 em comparação com 2014. “O consórcio foi o principal atrativo para o aumento nas vendas” explicou o gerente comercial do ramo de vendas de motocicletas, Rogério Bettio.

Outro fator que colaborou com o aumento, foi a economia que o veículo apresenta se comparado com um carro, por exemplo. “Diante da crise econômica a moto acaba sendo uma válvula de escape para as pessoas, já que é mais econômica” acrescenta o gerente.

Rogério ainda disse que as expectativas para 2016 são as melhores, posto que, com o aumento no preço da gasolina muitas pessoas estão se planejando para adquirir o veículo.

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Outro setor que também registrou aumento foi o de serviço e manutenção, que registrou um aumento de 20% em 2015 em relação com 2014. “Muitas pessoas que estavam com a moto encostada em casa resolveram tirá-la da garagem. E é ai que entra o serviço de manutenção, sem contar que as pessoas que já possuem moto, mesmo que seja mais antiga, preferem fazer a manutenção do que adquirir uma nova” relata.

BRASIL

Já o mercado brasileiro de motocicletas encerrou 2015 com a venda de 1,27 milhão de unidades, queda de 11% em relação ao patamar do ano anterior, informou a Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), com base nos emplacamentos registrados no período.

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As vendas de motocicletas para as concessionárias em 2015, também caíram. No total foram 1,18 milhão de motocicletas vendidas, um recuo de 16,8% em comparação com 2014. No último mês do ano, 69,2 mil unidades foram comercializadas, retração de 1,8% em relação a novembro e tombo de 39,3% ante dezembro de 2014.

Especialistas afirmam que a redução da demanda por motocicletas, tanto no varejo quanto no atacado, resultou em retração da produção.

No ano passado, as fábricas produziram 1,26 milhão de unidades, declínio de 16,8% sobre o ano anterior.

Para 2016, a Abraciclo prevê leve melhora nas vendas no varejo, de 0,5%. No atacado, o crescimento deverá ser maior, de 2,5%, com ampliação da produção no mesmo ritmo.

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A associação também estima que as exportações devem avançar 8,5% em relação ao ano passado.

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