A exigência por maior qualidade é o que está movimentando a cadeia do segmento - Foto: reprodução
A exigência por maior qualidade é o que está movimentando a cadeia do segmento – Foto: reprodução

Puro, com creme, com leite, expresso ou até mesmo feito com o tradicional coador de pano. Dificilmente encontra-se um brasileiro que não gosta de café. A bebida é um dos alimentos mais consumidos no país. Em 2015, o consumo de café aumentou no Brasil chegando a 81 litros por habitante. Isso significa que cada brasileiro toma cerca de 200 ml de café por dia, ou quatro xícaras pequenas. As informações são da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic).

Conforme os dados, outro ponto analisado foi no aumento da exigência do público que passou a buscar maior qualidade do produto.

Segundo a Abic, o café está presente em 98% dos lares brasileiros e mesmo quando o consumidor encontra-se com o orçamento apertado, ele não deixa de comprar o cafezinho. Muitas vezes o consumidor opta por marcas baratas, mas não deixa de consumir.

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Especialistas acreditam que a exigência por maior qualidade é o que está movimentando a cadeia do segmento, valendo também para o agricultor, que não se contenta mais com o café commodity, buscando melhorar sua produção, produzindo mudas e grãos, para ganhar mais sacas.

Conforme o barista e especialista em cafés, Antonello Monardo, os melhores grãos são os chamados cafés gourmet. Para serem classificados nessa categoria, eles devem ser 100% arábica e do tipo bebida mole.

O diretor da Abic, Nathan Herszowicz, afirma que o brasileiro elevou o consumo da bebida mesmo com a crise e deve manter essa tendência em 2016.

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