Foto: Martin Mejia/AP
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A prostituta peruana Ángela Villón, de 51 anos, tenta uma vaga no Congresso peruano nas eleições gerais de abril. Ela disse que, se conquistar uma vaga no Parlamento, pretende lutar contra a violência de gênero e contra a exploração das mulheres.

Candidata pelo partido de esquerda “Frente Amplio”, Ángela destacou ainda que combaterá a exploração sexual infantil. “São grupos perigosos, com dinheiro, poder e que escravizam muitas meninas”, disse Ángela, em entrevista à imprensa peruana.

Ángela, que trabalha no bordel “El Botecito”, na capital Lima, afirmou não temer os insultos durante a campanha eleitoral. “Me chamar de puta não me ofende”, destacou ela, que trabalha como profissional do sexo há 30 anos.

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Para a candidata, o Peru é um país “cruel com as mulheres”.

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