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As cantoras Demi Lovato e Taylor Swift – Foto: Montagem/ Reprodução / Mix Me

Desde a última sexta-feira (19), quando Kesha teve sua liminar no processo contra Dr Luke negada, o mundo da música e das redes sociais não é o mesmo. Muita gente demonstrou apoio à cantora, que segue sob contrato do produtor, de diversas maneiras. Teve textão no Facebook, série de tuítes e a tão comentada doação de US$ 250 mil de Taylor Swift.

Claro que Kesha deve estar bem feliz, sua mãe até fez questão de agradecer, dizendo:

“A riqueza de uma pessoa não é definida pelo que ela tem e sim por QUEM ela ajuda. E Taylor Swift é uma pessoa rica de verdade. Obrigada.”

Mas teve gente que não curtiu isso por acreditar que a abordagem de Swift poderia ser bem diferente. Demi Lovato faz parte deste grupo.

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Após tuitar seu apoio à Kesha no último sábado, a voz de “Stone Cold” retomou o assunto no dia seguinte ao saber da doação da colega e parece que mexeu em um vespeiro.

“Estou pronta para as mulheres que se auto proclamam ‘feministas’ comecem a falar abertamente ou a fazer algo pelos direitos das mulheres.”, iniciou Lovato, que continuou:

“O empoderamento feminino é usar sua voz para que mulheres sem voz possam ser ouvidas. O empoderamento feminino é fazer algo agora e não apenas quando é conveniente. O empoderamento feminino é guiar outras mulheres a realmente fazer as mudanças na sociedade”.

Pronto! Os Swifties não curtiram e, claro, reclamaram bastante. Mas isso não calou Demi, que fez questão de responder os comentários:

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“Pelo menos eu estou falando sobre isto. Nem todo mundo tem 250 mil para dar às pessoas. Adoraria, mas não cresci rica e definitivamente não fiz tanto dinheiro quanto ela.” (Sim, seus álbuns estão no Spotify).

Apesar de citar a doação, o desconforto de Lovato está totalmente ligado ao silêncio público de Swift sobre o tópico:

“Pelo menos eu falo sobre assuntos desconfortáveis e não fico tentando ser politicamente correta o tempo todo. Não há ‘rivalidade’ alguma, eu só me importo mais do que outras pessoas e prefiro começar uma discussão sobre mulheres que denunciam o estupro do que jogar dinheiro nas pessoas”.

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