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Mosquito vetor, Aedes aegypti – Foto: Shutterstock

A Organização Mundial da Saúde anunciou nesta terça-feira (16) que está lançando um plano para combate global à epidemia de Zika vírus, microcefalia e outras anomalias neurológicas relacionadas ao vírus.

O plano financiará 56 milhões de dólares (o equivalente a 225 milhões de reais) até junho deste ano para mobilizar parceiros e peritos e ajudar os países a melhorar sua vigilância e entendimento com relação ao vírus e os distúrbios relacionados a ele para promoção e adoção de novas estratégias de enfrentamento da situação. A verba também será destinada a aumentar o controle ao mosquito vetor, o Aedes aegypti e dar melhor assistência médica às vítimas dos distúrbios relacionados a esta doença, criando novas terapia, exames diagnósticos e vacinas.

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Desde o dia 1º de fevereiro a diretora-geral da OMS Margaret Chan declarou à imprensa que podemos considerar o Zika vírus uma emergência de saúde pública internacional. “Os especialistas concordam que a relação causal entre a infecção do zika vírus na gravidez a microcefalia é de forte suspeita”, considerou Chan. De acordo com a OMS, a situação é preocupante principalmente devido à ausência de vacinas, testes diagnósticos rápidos e confiáveis e de imunidade da população.

De acordo com o CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos) hoje existem 30 países e territórios com transmissão ativa do Zika vírus. Nas Américas do Sul e Central há uma maior concentração de países: Barbados, Bolívia, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Curaçau, Equador, El Salvador, Guadalupe, Guatemala, Guiana, Guiana Francesa, Haiti, Honduras, Ilhas Virgens Americanas, Jamaica, Martinica, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Porto Rico, San Martin, Suriname, República Dominicana e Venezuela. Na Oceania podemos listas as ilhas de Samoa, Samoa Americana e Tonga. E na África a ilha de Cabo Verde.

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