Foto: Divulgação
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Dois caminhões carregados com dinamite foram apreendidos na última terça-feira (09) na região da Serra do Cachimbó, em Guaratã do Norte (MT) por estar com peso diferente das notas fiscais. Durante pesagem no posto fiscal, na divisa do Estado de Mato Grosso com o Pará, foi constatado que faltavam cinco mil quilos de dinamite na carga.

Conforme as notas fiscais, uma carreta que deveria estar carregada com 12 mil quilos tinham nove mil. Já a outra estava somente com três mil quilos de dinamites enquanto na nota fiscal constavam cinco mil. A Polícia Civil de Guarantã do Nortefez a apreensão da carga e a prisão em flagrante dos motoristas, por transporte irregular de material explosivo e falsidade ideológica, em razão do motorista ser diferente ao nome que constava em uma das notas fiscais.

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A carga de 17 mil toneladas deveria ser entregue a mineradora Itaituba, no Pará. Um caminhão com 12 toneladas de explosivos saiu da do Paraná e outro com 5 toneladas de Goiânia (GO). Cinco toneladas do produto deram entrada no Posto Fiscal de Aragarças, em Goiás, na divida com Barra do Garças, porém, a carga não foi entregue no destino.

Segundo a Polícia Civil, um caminhão vazio aguardava o motorista que transportava 12 mil em explosivos, na cidade de Primavera do e lá transferiu 5 mil para o veículo. Durante a fiscalização no Posto Fiscal da Serra do Cachimbo, os fiscais desconfiaram da irregularidade e na pesagem constataram que faltavam 2 mil toneladas.

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O delegado regional, Ronan Gomes Villar, disse que além da transferência de carga de um caminhão para o outro, o motorista era outro do que apresentava na nota fiscal.

 “A carga estava destinada ao outro motorista, Murilo Giolo, filho do dono da empresa transportadora, que recebeu a Guia de Transporte de Mercadoria, para fazer o  transporte. Ele deu entrada em Aragarças (GO), mas a carga não chegou no Pará”, explicou. “Esse mesmo caminhão foi passado para outro motorista e a carga encontrada nele era de outra empresa, a IBQ, diferente do que constava na nota fiscal que é da empresa Isoman”, completou o delegado.

Os dois caminhões, um com 9 toneladas e outro 3 toneladas, foram encaminhados à Base da Aérea do Cachimbo, para guarda até que o Exército Brasileiro providencie a retirada e destinação ao produto explosivo. (Com assessoria/PJC)

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