O arco de aliança que se desenhava para o lançamento de um candidato à prefeitura de Rondonópolis contra Percival Muniz (PPS), que estava sendo arquitetado pelo senador Blairo Maggi (PMDB) e o deputado federal Adilton Sachetti (PSB), parece ter perdido de vez o apoio do PSDB.

A decisão do diretório regional do PSDB em não coligar PMDB, PR, PT e PDT nas eleições de 2016, pode além de prejudicar a união do grupo em Rondonópolis, fortalecer, possivelmente, Percival Muniz (PPS) que poderá agregar os excluídos ao seu projeto de reeleição com mais facilidade. O que parecia perdido para Percival, agora virou uma luz no fim do túnel.

O grupo liderado por Blairo e Sachetti, estava finalizando um acordo para unir os quatro partidos preteridos pelo partido do governador Pedro Taques (PSDB), e assim lançar um novo nome em Rondonópolis, ou até, o do deputado estadual Nininho (PR), mas a decisão da noite da última quinta-feira (04) foi um banho de água fria nas pretensões de Blairo e Adilton.

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A decisão não afeta apenas Rondonópolis. Em Cuiabá, onde o candidato natural do governador seria Mauro Mendes (PSB), que vai à reeleição, e já contaria com apoio de Blairo Maggi, pode rever seus planos e até desistir de entrar na disputa.

Se a decisão do PSDB de afastar partidos será benéfica para os tucanos e para a política do Mato Grosso só será conhecida após as eleições, é esperar para ver.

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