Foto: assessoria
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Em tempos de instabilidade financeira, incerteza no cenário político nacional, câmbio variável, muitos empresários ficam perdidos, sem saber o que fazer e como agir diante desse quadro. Investir em capacitação pode ser uma das alternativas para amenizar o impacto nas empresas e até mesmo para auxiliar na mudança de estratégias e processos internos das organizações.

A crise, quase que generalizada em que o Brasil se encontra, afeta muitos setores, uns mais que os outros e umas regiões mais que outras. No caso de Mato Grosso, o agronegócio tem segurado as pontas da economia e o varejo, por exemplo, tem sentido menos do que o mesmo setor em outros Estados. Apesar de toda dificuldade muitas empresas estão passando bem por esse período, algumas até alcançando marcas de crescimento.

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Então, como enfrentar a crise? A pergunta é comum entre os empresários e profissionais e gera opiniões das mais diversas. Para administradora Lorena Lacerda, associada da Fundação Dom Cabral em Mato Grosso, o quanto mais o coordenador, o gerente, o diretor, os lideres da empresa estiverem preparados e conhecerem seus funcionários maiores serão as chances dessa empresa sobreviver nesse período.

Segundo a palestrante, é preciso sempre estar preparado para enfrentar um cenário de adversidade, como o que se apresenta atualmente. Nesses momentos que fica visível a vulnerabilidade das organizações. A administradora acredita que a mais perceptível, talvez ainda a que afete mais a empresa, está nas pessoas, nos profissionais que dedicam sua energia para fazê-la funcionar.

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O esforço, a dedicação, o empenho para fazer uma empresa crescer não depende somente do proprietário ou diretor, todos devem estar atentos, desde quem está no setor operacional, passando pelos escritórios, administração, gerência, direção. A energia gasta em suas tarefas deve ser a mesma para que a empresa consiga alcançar os objetivos, bater as metas.

Mas, Lorena apresentou uma estrutura que justifica a função do líder em ter nas mãos o andamento de praticamente todo o processo o qual lhe foi responsabilizado. É do líder compromisso de traçar estratégias, montar a estrutura do setor, avaliar e organizar os processos, conhecer as tecnologias disponíveis para o trabalho, por último e talvez o mais difícil, liderar pessoas.

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Lorena Lacerda deixou cinco princípios que devem ser trabalhados pelos líderes: ser o exemplo; inspirar uma visão comum (faça com que todos os envolvidos tenham a mesma visão sobre algo); questionar o processo (porque não mudar?); preparar a equipe (nunca esqueça dos funcionários, mantenha-os sempre atualizados) e comemorar os resultados (o reconhecimento é a moeda mais poderosa e não custa nada)

O foco da palestra, realizada pela ACIR em parceria com o Grupo Valure, foi o de desenvolver a liderança nos profissionais que gerenciam setores e os proprietários de pequenas empresas.

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