Foto: Alex Silva / MdeMulher
Ervas e temperos ricos em uma substância chamada apigenina protegeriam a memória – Foto: Alex Silva / MdeMulher

A descoberta é de pesquisadores do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (RJ), do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro e da Universidade Federal da Bahia. Ao analisar neurônios criados em laboratório, eles perceberam que a presença de uma molécula, a apigenina, impulsionou a maior formação dessas células.

“Também identificamos uma melhora na comunicação entre elas”, conta o neurocientista Stevens Rehen, líder do estudo. Isso seria especialmente positivo para combater doenças ligadas à perda de neurônios, a exemplo do Alzheimer. Para nossa alegria, não é difícil encontrar a tal da apigenina: ela está em ingredientes como salsa, tomilho, pimenta, camomila, erva-cidreira e aipo. Mas falta comprovar se os alimentos têm o mesmo poder da substância isolada. “Dá para presumir que sim”, aposta Rehen.

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Outra virtude da apigenina

Cientistas da Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos, notaram que a molécula tem a capacidade de reativar o mecanismo de morte programada em células cancerosas – algo natural em unidades saudáveis. Com isso, é provável que a apigenina some forças no combate a tumores.

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