Uma equipe médica que realizou um mutirão de catarata onde mais de vinte pessoas ficaram cegas é acusada de não ter esterilizado os instrumentos cirúrgicos. O caso aconteceu na cidade de São Bernardo do Campo (SP) e a acusação é feita pelo relatório da Secretaria da Saúde da cidade.

O mutirão ocorreu no dia 30 de janeiro deste ano no Hospital de Clínicas Municipal. Segundo o relatório, médicos e enfermeiros do Instituto de Oftalmologia da Baixada Santista não chegaram nem a lavar mãos ou trocaram aventais cirúrgicos.

A sindicância concluiu que dos 27 pacientes que fizeram a cirurgia, 22 tiveram endoftalmite, inflamação causada por uma bactéria que vem de uma única fonte de contaminação e desse total, onze pacientes precisaram remover o globo ocular.

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Um dos pacientes infectados morreu após a cirurgia. Os familiares das vítimas se organizaram para processar o hospital.

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