O Palmeiras negou qualquer procura no mercado antes da saída de Marcelo Oliveira, confirmada na madrugada de quinta-feira, logo após a derrota alviverde por 2 a 1 contra os uruguaios do Nacional, na arena, pela terceira rodada da Taça Libertadores da América. Mas a sombra do técnico Cuca já é uma realidade nos bastidores da Academia de Futebol. E não é de hoje.

Antes da saída de Oswaldo de Oliveira, confirmada no início de junho do ano passado, o nome de Cuca, na época empregado na China, no comando do Shandong Luneng, foi discutido e consultado. Meses depois, no fim da temporada, antes da conquista da Copa do Brasil, o nome do treinador voltou a ser apontado como um possível candidato a ocupar o lugar de Marcelo Oliveira.

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Durante o anúncio da demissão de Marcelo Oliveira, ainda na arena, Alexandre Mattos afirmou que a diretoria ainda não discutiu a contratação de um novo treinador. Para o dirigente, o momento é de ter tranquilidade.

– Não tem nomes. A partir de amanhã (quinta-feira), vamos trabalhar. A partir da madrugada já vamos pensar em algumas coisas. Vamos trabalhar com calma. Analisar um perfil. Nosso treinador será o Alberto (Valentim, auxiliar) até segunda ordem – disse o diretor de futebol.

Apesar da calma pregada por Mattos, o Verdão não tem muito tempo de trabalho. Isso porque no domingo enfrenta o São Paulo, no Pacaembu, em clássico válido pela nona rodada do Paulistão. Depois, na quinta-feira da semana que vem, enfrenta o Nacional em Montevidéu pela Libertadores, em jogo de extrema importância para a sequência na competição continental.

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O Palmeiras está empatado com o Rosario Central na vice-liderança do Grupo 2, com quatro pontos. O Nacional lidera com cinco pontos, enquanto o River Plate está com dois, na lanterna. Na sequência, o Verdão terá dois compromissos fora de casa, justamente contra o Nacional e contra Rosario. O duelo com o River fecha a fase de grupos, na arena.

Internamente, Cuca é visto por dirigentes como o nome ideal para reconquistar a confiança do elenco e dos torcedores. A calma pregada pela direção é uma maneira de blindar o trabalho de Alberto Valentim na preparação para o clássico de domingo, contra o São Paulo.

 

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